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o que é

Doenças cardiovasculares são mais comuns em pessoas com pré-disposição genética, sedentárias e com sobrepeso. O acúmulo de gordura no sangue pode acarretar problemas como infarto do miocárdio e AVC.

Como são doenças silenciosas e frequentemente súbitas, o check-up anual é fundamental para a prevenção.  

No caso de hipertensos, o coração pode exercer uma força maior para bombear o sangue por todo o corpo por conta do estreitamento nos vasos sanguíneos e artérias, fazendo com que toda a sua função de levar nutrientes e oxigênio aos órgãos e tecidos fique comprometida.

Quando essas artérias ligadas ao coração entopem ou se rompem, o coração pode parar de receber oxigênio e os nutrientes necessários, causando um ataque cardíaco, conhecido como infarto do miocárdio.

Uma outra doença decorrente pela má circulação sanguínea é o AVC, também conhecido como derrame cerebral.  Caso a irrigação de sangue no cérebro seja interrompida, seja por entupimento – AVC isquêmico – ou no caso de se romper– AVC Hemorrágico, pode ocorrer a paralisação do funcionamento deste órgão.

O acompanhamento periódico da pressão arterial pode ser feito em casa, juntamente com o acompanhamento por médicos como cardiologistas, angiologistas, neurologistas, clínicos gerais, ginecologistas e geriatras.

sintomas

Na grande maioria dos casos, a hipertensão não causa nenhum sintoma. Porém se a hipertensão é assintomática durante o desenvolvimento, o risco é iminente quando o paciente começa a perceber algumas indisposições e sinais comuns durante o seu dia a dia.

Manter a calma, aliviar a pressão de roupas e sapatos são algumas dicas que podem ajudar caso alguém esteja apresentando sintomas das doenças.

Hipertensão
- Dores no peito
- Dor de cabeça
- Tonturas
- Zumbido no ouvido
- Vista embaçada
- Pressão acima de 14/9 constantemente

Infarto do miocárdio
- Aperto no meio do peito
- Dor sem causa aparente e com duração acima de 20 minutos em alguma parte do corpo entre o queixo e umbigo
- Fraqueza
- Palpitações
- Desmaio ou forte tontura

AVC
- Formigamento no rosto, perna ou braço em um lado do corpo
- Dificuldade em se expressar ou compreender a linguagem
- Dor de cabeça intensa sem causa aparente
- Perda de força em um lado do corpo
- Vertigem e desequilíbrio

Grande parte dos casos de hipertensão, por exemplo, são de origem genética, mas fatores como idade, diabetes e tabagismo também podem influenciar no aparecimento desse tipo de doenças.

quem está sujeito

Na grande maioria dos casos, a hipertensão não causa nenhum sintoma. Porém se a hipertensão é assintomática durante o desenvolvimento, o risco é iminente quando o paciente começa a perceber algumas indisposições e sinais comuns durante o seu dia a dia.

Manter a calma, aliviar a pressão de roupas e sapatos são algumas dicas que podem ajudar caso alguém esteja apresentando sintomas das doenças.

Hipertensão
- Dores no peito
- Dor de cabeça
- Tonturas
- Zumbido no ouvido
- Vista embaçada
- Pressão acima de 14/9 constantemente

Infarto do miocárdio
- Aperto no meio do peito
- Dor sem causa aparente e com duração acima de 20 minutos em alguma parte do corpo entre o queixo e umbigo
- Fraqueza
- Palpitações
- Desmaio ou forte tontura

AVC
- Formigamento no rosto, perna ou braço em um lado do corpo
- Dificuldade em se expressar ou compreender a linguagem
- Dor de cabeça intensa sem causa aparente
- Perda de força em um lado do corpo
- Vertigem e desequilíbrio

Grande parte dos casos de hipertensão, por exemplo, são de origem genética, mas fatores como idade, diabetes e tabagismo também podem influenciar no aparecimento desse tipo de doenças.

prevenção

Alimentação equilibrada, controle do stress e saúde bucal são mudanças importantes para quem quer ter um coração saudável. Saiba como mudar o seu dia a dia:

Alimentação equilibrada
O colesterol controlado é uma preocupação constante na vida de pacientes com histórico familiar ou já diagnosticado com problemas cardíacos. Por isso, substituir os laticínios pela versão desnatada ou light pode ajudar a controlar a ingestão de gordura. O Fazbem disponibiliza receitas saborosas para quem deseja manter uma alimentação saudável.

Cuidados com a saúde bucal
Uma pesquisa realizada pelo Instituto do Coração de São Paulo (InCor) apontou que cerca de 45% dos problemas de coração tinham origem em problemas bucais, como cáries comprometidas, gengivas inflamadas e abscessos. O estudo detectou que a bactéria presente na boca pode chegar na corrente sanguínea e se instalar em uma válvula do coração.

Livre-se do stress

Os hormônios do stress estão relacionados ao funcionamento do coração e com os níveis de concentração do colesterol, o que pode induzir problemas cardíacos. Encontrar alguma atividade relaxante é importante para controlar o estresse.

tratamento

Como o infarto e o AVC geralmente ocorrem sem dar nenhum sinal, as visitas anuais ao médico são extremamente importantes para manter o check-up em dia e avaliar os riscos.

Já sabemos que a prevenção bem como hábitos saudáveis diminuem significativamente as chances de sofrer problemas cardíacos. O cardiologista pode recomendar também medicações com o intuito de baixar a pressão arterial, ou para aumentar a força do músculo cardíaco.

Minha pressão estabilizou, posso parar com o medicamento?
Não. Apenas o seu médico pode suspender a medicação e fazer isso sem orientação médica é um risco gravíssimo para a sua saúde.

Existem alguns procedimentos cirúrgicos que recuperam os danos causados pelo infarto de miocárdio. A angioplastia é um procedimento pouco invasivo feito com a introdução de um tubo fino pela artéria e que leva uma espécie de balão até o lugar onde há obstrução para que ele seja inflado e libere o fluxo normal de sangue.
No caso da ponte de safena, a cirurgia é feita com a retirada de uma parte da veia safena, localizada na perna, e que é religada às artérias do coração obstruídas por gordura.

Vítimas de AVC
O cateterismo é um tubo fino inserido através da artéria para sugar o coágulo de dentro do vaso sanguíneo para desobstruir os vasos cerebrais. Além disso, essa desobstrução pode ser feita com um tipo de medicamento trombolítico para dissolver o coágulo e normalizar o fluxo sanguíneo no cérebro.


O que mais vai ajudar a manter uma boa qualidade de vida e conviver bem com as doenças cardíacas é dar continuidade ao tratamento indicado e consultar o médico com a frequência solicitada por ele.

continuidade & check-up

O Fazbem separou algumas dicas para ajudar no dia a dia de quem tem doenças cardíacas.

- Alguns exercícios físicos ajudam na prevenção do surgimento de doenças cardíacas, consulte sempre seu médico e um profissional para um treino adequado.

- Ansiedade também faz mal, por isso, não deixe para resolver as coisas depois.  Encontrar um tempo para cuidar de si e fazer algo que traga bem-estar são atitudes que ajudam a se livrar do stress e como isso influencia diretamente no surgimento de doenças cardíacas, achar uma forma de se libertar de momentos tensos é uma atitude saudável a se tomar.

- Para os pacientes que já sofreram AVC ou infarto, fazer um acompanhamento psicológico pode ser uma ótima forma de lidar com a nova rotina. A depressão é bastante comum entre os que já sofreram com alguma dessas duas doenças e não desanimar ajuda na manutenção e recuperação.

O acompanhamento médico é fundamental e toda dúvida  deve ser questionada para a equipe que está te tratando.

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Recuperação após um infarto: a reabilitação cardíaca

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Recuperar-se de um infarto requer mudanças de vida. Você pode iniciá-las por meio de uma alimentação saudável, estabelecendo uma rotina mais frequente de exercícios e tomar novas medicações, sempre com acompanhamento médico. Todas essas iniciativas ajudam a reduzir os riscos de um novo ataque e a dar mais autonomia para retomar as atividades rotineiras — ou mesmo transformar sua vida por completo, sendo uma nova pessoa a partir desse evento. Veja o texto 02 –“Infartou: e agora, o que fazer?”, que aborda as mudanças imediatas após o infarto.

Após as primeiras semanas, é importante pensarmos na reabilitação cardíaca ou cardiovascular. Com duração média de 3 a 6 meses, a reabilitação costuma ser um programa focado na melhora da sua habilidade cardíaca, diminuindo o risco de um novo infarto. A reabilitação trabalha também o emocional, ajudando a lidar com estresse, ansiedade e depressão, auxiliando no retorno à rotina social e laboral com um estilo de vida mais saudável(1).

O programa é planejado individualmente e são consideradas suas limitações físicas, a saúde do coração e a necessidade de supervisão ou não ao longo dos exercícios, que incluem atividades aeróbicas (caminhada, natação, ciclismo ou subida de escadas). A intensidade, duração e quantidade são ajustadas com o objetivo de melhorar a condição física geral(2, 3).

Para reduzir os fatores de risco, a mudança de hábitos é fundamental. Parar de fumar é uma prioridade. Para se ter uma ideia, só o fato de largar o cigarro por completo, em um ano, já reduz o risco de morte por doenças do coração pela metade — e continua a diminuir ao longo do tempo. O programa pode ajudar com alternativas, como terapias em grupo, adesivos de nicotina, spray nasal ou a prescrição de medicamentos específicos(2, 3).

Outro fator importante é um plano de alimentação saudável. Isso ajuda na perda e manutenção do peso e a diminuir o colesterol, contribuindo para melhorar a pressão sanguínea, podendo também reduzir com o tempo o número de medicamentos tomados para controlar esses fatores de risco. Os programas de reabilitação possuem, geralmente, um profissional especializado com experiência em dietas pós-infarto, o que pode auxiliar na elaboração de um plano de acordo com suas expectativas que atinja metas para melhorar a qualidade da alimentação(2, 3).

Por fim, é importante manter uma boa saúde mental. A depressão pode impactar nas atividades do dia a dia, na rotina de exercícios e até na alimentação, devendo ser tratada em conjunto com outras frentes, como citado acima. O programa pode incluir psicólogos e psiquiatras, com terapia individual, ou mesmo medicamentos para melhorar a sensação de bem-estar geral (2, 3). No próximo texto falaremos sobre os cuidados a partir de 1 ano após o infarto!

Referências


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